quarta-feira, 2 de setembro de 2009

III Curta Cabo Frio


Nesta sexta-feira, dia 4 de setembro, Frágeis afetos abre em programa duplo com o longa-metragem Apenas o fim, o III Curta Cabo Frio, na Região dos Lagos. Os dois filmes tratam de relacionamentos que terminam: um em silêncio e outro repleto de palavras. É o amor...

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Nossa atriz em Gramado


Na matéria de Rodrigo Fonseca em O GLOBO de hoje, ele destaca os "Curtas que roubaram a festa em Gramado". Pena que não era o nosso, mas nossa atriz estava lá, não fisicamente, mas na tela, no curta "Em terra de cego", de João Boltshauser, uma transposição de "As mil e uma noites" para as favelas do Rio. E aí, Rodrigo Fonseca escreve: "O filme ainda teve direito a uma Xerazade mulata (Shirley Cruz) que deixou Gramado suspirando". Não é senssacional! Tenho certeza que Shirley deixou Gramado suspirando não apenas porque ela é linda mesmo, fotografa magnificamente, mas porque é uma ótima, excelente atriz. Frágeis afetos também comprova isso!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

A estreia - sem acento




Foi no dia 8 de junho... Mas de lá para cá tanta coisa pra fazer...

A estreia foi maravilhosa! Compartilhei com amigos não só a alegria de mostrar o filme, mas também de pré-comemorar meu aniversário que foi no dia seguinte.

O Solar de Botafogo foi maravilhoso! Ficamos à vontade, como se a casa fosse nossa. Servimos os vinhos do Lidador e a cachaça Magnífica, além do sorvetinho em pequenas taças para ficar no clima do filme.



Aí estão meus queridos atores. Alexandre Lino, que deu a dica da música, e Shirley, co-produtora com sua Preta Produções, que pegou firma na produção do evento de lançamento.
Tivemos duas sessões. A primeira por volta das 19 horas e a outra uma hora depois. E olha que ainda dava para ter outra porque chegou mais gente por volta das 21 horas.






Entre as muitas coisas geniais da noite, apareceu essa galera aí em cima: o povo da antiga TV Educativa. Gente que fez um jornalismo sério lá pelos idos dos anos 1980/1990.
Mas teve muito mais gente: família, galera de cinema - inclusive ex-alunos -, amigos de várias áreas e a equipe.
Subimos ao palco duas vezes. Comemoramos nosso feito e o fato de que na véspera o filme havia sido exibido no FAM - Vídeos do Mercosul de Florianópolis. Foi a nossa estreia nacional, antes de nossa estreia local para amigos.




Bom, aí está parte da equipe. Nem todo mundo pode ir, muita gente trabalhando...

E mais uma foto: eu e meu ator!


E aguardem: vamos fazer mais!!!

E logo, vou postar também um videozinho da estreia.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Primeiro festival

Frágeis afetos foi selecionado para o FAM - Florianópolis Audiovisual Mercosul 2009. O Festival começa agora dia 5 de junho e recebeu 236 inscrições de vídeos dos quais 33 foram selecionados. E o nosso está entre eles. Interessante é que eles dizem que é o "maior painel criativo". Vejam lá.

http://www.audiovisualmercosul.com.br/index.asp

Vejam o blog também.

http://audiovisualmercosul.blogspot.com/

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Amigos e parcerias são fundamentais!

Às vezes, a gente acha que não realiza porque não tem dinheiro. Ok! Está certo... (já até falei disso aqui!) Mas só sob alguns aspectos. Com amigos por perto se faz muitas coisas. Assim fiz o filme. E há parcerias possíveis que a gente nem imagina.
Imaginaria eu que apenas ao mandar um e-mail com roteiro e currículo para João Gilberto Noll e Adriana Calcanhoto conseguiria fazer o filme que desejava com a música que tanto queria? Não, eu não imaginaria. Mas mandei e tudo deu certo!
Imaginaria eu que ao contatar a editora Record - editora de Noll - eles imprimiriam o convite para o lançamento sem custo? Não, mas foram super-gentis. (será que ainda tem hífen?)
Imaginaria eu que ao conhecer Leonardo Franco, do Solar de Botafogo, e o Guggo conseguiria lançar meu filme num lugar tão chique, tão legal? Não, mas fui lá, conversamos e aí está a coisa acontecendo...
E assim entrou a Shirley com a Preta Produções conseguindo apoios para uma bebidinha comemorativa - aliás, comoramação dupla: lançamento do filme e véspera de aniversário.
E o Osvaldo com equipamento...
E o pessoal do Estação - em especial a Lilian...
E o pessoal da sapataria Sampés...
E o precinho legal da Apema...
E minha amiga Katy e meu cunha Zé Carlos fazendo as legendas em espanhol e inglês para uma pretensiosa "carreira internacional"... rsrsrs
E sei lá mais o que que podemos juntar para fazer arte, fazer filme...
Um acúmulo de generosidades e gente bacana! Sem contar, é claro, a equipe que foi nota 10 - ai o lugar comum...
Que o nosso "lugar comum" seja aquele em que todos se juntam, fazem o primeiro e apostam que o segundo, o terceiro, o quarto, o quinto se transforme numa carreira... num coletivo: o nosso ColetiVoX.

Convidando...


Bom, não dá para ver direito, mas é o convite virtual para o lançamento do filme no Solar de Botafogo, às 18 horas, no dia 8 de junho, véspera do meu aniversário.




terça-feira, 5 de maio de 2009

ADAPTAÇÃO

Hoje, vi, depois de séculos, o filme Adaptação, de Charles Kaufman. E tem uma sequência em que ele está enlouquecido porque não consegue adaptar o livro e vai a um desses workshops de roteiro - que devem existir aos montes nos Estados Unidos - com um cara que deve ser o protótipo de Syd Field. Aí, o personagem se levanta e pergunta sobre a história que ele quer adaptar e na qual nada acontece, não há uma linha narrativa. Resultado: toma maior bronca do professor-instrutor-sabe tudo, sei lá... A alter-ego de Kaufman fala que o romance é como a vida: não acontece nada. E o professor grita: como não acontece nada ma vida! Tem gente sendo morta, tem isso, tem aquilo!
Aí fiquei pensando: cara, no meu filme não acontece nada. Aparentemente. O que se fala não tem a ver com acontecimentos do tipo tradicional da narrativa: mundo comum, equilibrado, rompe o equilíbrio e volta ao novo equilíbrio com os personagens modificados. Pobres dos meus personagens. Desiludidos... Esperam acontecer algo e não acontece. Frustrações como na vida comum.
Mas o professor fala: escolha um final. O final é que é o lance.